ESTRATEGIAS AUTORALES Y CREACIÓN DE MUNDOS FICTICIOS
EL PACTO NARRATIVO DE BRIDGERTON
DOI:
https://doi.org/10.14244/2179-1465.RG.2026v17p140-160Palabras clave:
Creación de mundos ficticios, Paternidad literaria, BridgertonResumen
Este artículo analiza la creación de mundos ficticios expandidos, basados en las estrategias autorales de tres agentes: el productor Shondaland, la plataforma de streaming Netflix y la escritora de novelas románticas de época Julia Quinn. De este modo, mapeamos el proceso de migración del universo Bridgerton de las páginas de los libros a las pantallas de televisión y las prácticas compartidas de autoría. Las complejidades del audiovisual y de las condiciones de recepción contemporáneas llevan la ficción seriada a otro escenario, lo que acentúa el pacto narrativo entre espectador y obra.
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